Páginas

Mostrando postagens com marcador família. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador família. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Queria ter palavras

Sempre achei a internet uma coisa meio surreal, do tipo “no meu quarto eu falo com o mundo todo”. É bastante bizarro e por isso sempre penso que é uma invenção minha. E fazer amigos pela internet é tão estranho quanto. Você acaba falando com uma foto. Não tem voz, não tem o toque na mão enquanto se conversa, não tem expressão facial, é foto e escrita.  Apesar de toda essa história de virtualidade abstrata, é possível (SIM) fazer amigos pela internet, sou prova viva disso.

Em 2009 criei esse blog e a partir dele conheci muita gente. Muita mesmo. E um dia eu conheci a Analu. Nem lembro como, só sei que depois visita-vai-e-visita-vem passei a segui-la no Twitter e com isso demos início a uma amizade muito da linda. E não foi um fenômeno exclusivo ocorrido somente entre eu e Analu, não. Foi acontecendo entre mim e outras meninas tão fofas quanto.

Sei que em setembro de 2011 Analu me adicionou em um grupo. A amizade que surgiu nesse grupo de meninas é um caso à parte de toda a internet. A Máfia é bem uma família, saem brigas e mágoas às vezes, mas o amor que corre lá dentro é muito grande.

Nesse agosto, eu tive a chance de passar algumas horinhas (bem curtas na verdade) com algumas (muitas) delas, várias de outros Estados do Brasil, o que foi realmente uma experiência muito louca na minha vida. Eu já havia encontrado com algumas, trocado abraços e conversas mas dessa vez foi bem diferente. É uma sensação sem igual abraçar pela primeira vez alguém com quem você já tem uma grande amizade.

Acho que é esse o meu sentimento sobre o Encontrão: único. Demorei muito para escrever esse texto (que com certeza não expressa nada do que eu senti naquele momento em que olhei para os rostos daquelas pessoas com quem converso e troco sentimentos) porque não só a falta de tempo impediu mas a falta de palavras também. Nenhuma palavra nesse mundo vai me fazer entender porque tremi de nervoso na frente de pessoas que converso há mais de um ano, nada vai me fazer entender o que foi aquilo que senti.

E pra vocês, minhas amigas, fica o meu carinho e a vontade de estar junto, de novo e por mais tempo.


segunda-feira, 22 de agosto de 2011

500 days of Summer

Naquela época os meus laços com a gatinha ainda eram fracos mas foram ficando mais fortes com o passar do tempo. Assistir a barriga dela crescer e ficar imaginando os filhotinhos correndo por ai me deixava doida de amor. Pois eu passei a chamar a gatinha de pseudo-minha. Porque ela não era minha de verdade afinal ela não vivia em casa, comigo. A minha ansiedade por ver os filhotes foi crescendo e crescendo. Chegou o carnaval e para quem lembra de março, eu trabalhei uns dias. Dias cruéis, principalmente quando fui atacada por uma ratazana, e nesses dias não vi a Summer. Findado meus dias de trabalho Summer apareceu sem barriga e eu, avó orgulhosa, estava doidinha para ver os filhotes. Passaram 10, 15, 20, 30 dias e nada dos filhotes, até hoje me pergunto o que aconteceu com eles.
Summer no telhado da ex-casa vizinha
Mesmo tendo dado a luz e perdido os filhotes continuei alimentando minha floquinha de neve. E aumentando meu amor. Cheguei até mesmo a chamá-la na rua para fazer carinho nela. A primeira vez que fiz isso fiquei esperando um ataque alérgico que não veio, o que significa que eu continuei indo atrás dela para enchê-la de carinho. Uma coisa que eu notei é que ela não tinha pelagem de gatos normais: o pêlo dela era bem curtinho e não soltava na mão mas não acho que isso seja importante. Viciei na gatinha. E ela em mim. Um dia eu estava na casa da minha vó, no churrasco de aniversário do meu vô, e ela apareceu lá. Foi a sensação da festa, todos fizeram carinho, deram comidinhas e ficaram felizes. Estava decidido, era a minha gata. Claro que eu não poderia levá-la para casa afinal tenho TRÊS cachorrinhas, mas como ela me seguia achei justo dar o título a ela.
Em casa nossas relações eram de muito carinho. Instalei um pote preso à um fio de lã para alimentá-la no quintal da casa abandonada. O ritual era acordar, dar comida para as minhas cachorras, chamar a Summer, colocar a comida dela no potinho, descer o potinho no quital vizinho e então tomar meu café. Sempre assim.
Sempre fiz o ritual até que fiquei doente naquelas semanas em que São Paulo quis brincar de Seattle e fez o maior frio. Não pude dar comida a ela por uns três dias e então Summer sumiu. Já fazem dois meses que Summer não aparece por aqui.
Minha mãe veio com teorias dizendo que ela morreu e só de pensar nisso me dá vontade de chorar. Prefiro acreditar que ela honrou o nome que dei a ela e agora ela está deitadinha em uma almofada dentro de uma sala bem decorada, perto de um potinho sempre cheio de ração. Prefiro acreditar que ela preferiu um casamento com alguém que ela acabou de conhecer à um namoro irregular com uma pessoa tão insconstante quanto eu, não que eu merecia, mas prefiro acreditar no melhor para ela, afinal, chegou o inverno.
E só para registrar, abandonaram uma gatinha siamesa no mesmo quintal. Ela estava machucada nas costas e parece bastante bebê ainda, ela não comeu a comida que dei a ela mas fiz questão de batizá-la Autumn.   

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Oi, prima!

Tudo bem?
Como você acabou de chegar ao mundo ainda deve estar meio confusa. Vou te contar algumas coisas que acho importante que você saiba desde já e te deixar a par do mundo onde você veio parar, tá bom?

Enchentes em Santa Catarina
Você nasceu em um ano bem diferente. Já aconteceu tanta coisa importante que até os adultos estão com medo, tudo meio apocalíptico. As chuvas de janeiro causaram muitas enchentes, o Japão foi abalado por um terremoto terrível, muitos tornados destruíram o sul dos Estados Unidos... a natureza está enlouquecendo, prima! Precisamos cuidar melhor de nosso planeta. Faça a sua parte: não jogue lixo na rua, não desperdice água. Use filtro solar, haha.

Atentados de 11/09/2001
Também já aconteceram algumas coisas incrivelmente tristes. Neste ano um cara meio perturbado entrou em uma escola aqui no Rio de Janeiro atirando em várias crianças, foi muito triste, muitas famílias não se recuperarão disso nunca. Há dez anos atrás um cara chamado Osama Bin Laden organizou um atentado terrorista terrível que destruiu 2 prédios matando 3 mil pessoas, a partir dai ele tornou-se o terrorista #1 e o mais procurado, desde este triste 11/09/2001 e só agora, dia 01/05/2011, dez anos depois, ele foi encontrado e morto, o que deixa o mundo sob tensão de novos atentados mas também um pouco aliviado e com um sentimento de justiça feita. Lá no Oriente Médio as coisas não estão muito bem também não: tá rolando uma guerra contra ditadores e ditaduras, sem contar as tropas americanas no Afeganistão e agora no Paquistão, todas coisas que você ainda é muito novinha pra entender e eu espero que quando você já tiver idade suficiente pra entendê-las elas sejam apenas história.
Casamento real

Mas o mundo não está perdido ainda. Em 2011 aconteceu um lindo casamento real: de Príncipe Willian e Kate Middleton. Isso animou muito os ingleses e trouxe esperança de uma nova relação entre a família real e o povo inglês. Daqui alguns anos eles serão rei e rainha da Inglaterra, tudo como nos contos de fada (vou te contar muitos deles ainda, espero que você goste de ouvi-los), outro fato que entra na história.

História, isso me remete a outro assunto que eu quero te inteirar logo agora. Daqui uns 4 anos você vai entrar na escola, até lá você já precisa saber ler, combinado? E no seu caso em duas línguas. Prometo fazer o meu papel de prima legal e te mandar muitos livrinhos e gibis da Turma da Mônica em português pra você treinar. As suas matérias favoritas precisam ser as humanas, mas eu te imploro pra que você não se descuide das exatas pra não sofrer depois como eu. Logo também você já terá idade pra falar com a família pela internet pelo menos então algumas apresentações serão feitas: sua família é de gente muito boa, pode confiar, prima.

Espero que sejamos muito amigas, sonho com você desde a época em que eu passei a entender o conceito de "primos". Acho uma pena que você não terá nenhum por perto pra te ensinar coisas legais, e por legais entenda-se o que a sua mãe considera "errado", então torço pra que você tenha muitos amigos por perto, mas também não se deixe levar e aprenda a pensar por si só. Seja uma pessoa de atitude, busque conhecimento e aprenda com seus erros. Seja independente e lute por aquilo que você acha certo mas sempre saiba a hora de parar, teimosia sem fundamento não é legal.

Bom, prima, seja bem vinda à este mundo, qualquer coisa é só me procurar porque estarei do seu lado sempre, mesmo que seja over the seas and far away.
Com amor, sua prima mais velha.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Cadeia Alimentar

Eu moro em um bairro bastante arborizado o que significa uma grande população de pássaros por aqui. Sou louca por passarinhos soltos no mundo, adoro vê-los cantar por ai, pousar no muro de casa, principalmente os pardais. Adoro pardal. Eles são lindos, adoro quando eles se esfregam na areia da rua.

Minha mãe eu pegamos o hábito de jogar comida para os passarinhos num esquema especial: a gente joga arroz no telhado das casinhas vizinhas que são mais baixas que a nossa e ao lado de um quintal cheio de árvores então assim que os bichinhos vêem o telhado branquinho de arroz eles descem das árvores e vão comer. O esquema dá tão certo que os passarinhos ficam esperando a comida, sim, esperando. Mais ou menos no horário de sempre o telhado fica cheio de pardais e rolinhas para o rango grátis deles, uns lindinhos que já estão gordinhos, e não são poucos, nos melhores dias já chegaram 42 passarinhos (eu contei) e na maioria são rolinhas, as mais mansas.

Até agora tudo perfeito mas não contei que as casinhas vizinhas estão vazias há meses com seus vidros quebrados e portas abertas. Essas casas viraram um cortiço de gatos, aí que a história se complica.

Habitam a casa permanentemente dois gatos: um preto maldoso e uma branquinha sem rabo e um pedaço da orelha faltando. Esses dois pentelhos caçavam os meus passarinhos alimentados com muito amor, já cheguei a presenciar o bote da gatinha branca. A cena da gatinha sem rabo pulando em cima do passarinho indefeso foi o fim da picada para mim, tive de tomar uma atitude. Passei a espantar os gatos toda vez que os via. Era água, bolinha de papel, cheguei a jogar um tubo velho de tinta guache no preto maldoso quando ele estava batendo na outra gatinha. Um dia eu pedi para minha tia comprar um estilingue para mim, ai começou a caçada de verdade. Minhas munições eram bolinhas de papel mas o vento sempre mudava o curso delas. Passei para ração das minhas cachorras - escondido da minha mãe claro. Nunca acertei um.

Não mirava nos gatos para não machucar (mas mesmo que eu mirasse eu não acertaria o que faz do não-mirar um problema, mas enfim, nunca acertei). Minha intenção era assustar. Eu atirava aqueles grãos de ração e a gatinha branca - a melhor caçadora - nem se mexia, pelo contrário, ela comia a minha munição. Foi ai que tive a idéia de estimular a preguiça da gata e dar comida à ela também. Com a gatinha (a quem dei o nome de Summer, after Summer Roberts) também tenho um esquema: de manhãzinha faço aquele barulho com a boca que quem quer chamar um gato faz dai ela aparece embaixo do muro da minha casa e eu jogo a comida na telha onde ela come feliz.

Agora a minha pseudo gatinha está esperando filhotes, para falar a verdade ela está enorme e eu estou feliz por ajudar os gatinhos a crescerem fortes na barrigona dela apesar de não poder encostar em um gato sem meus olhos começarem a inchar e bater aquela falta de ar básica, alergia sucks.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Uma aprendizagem ou A hard week (vol. II)

Bem, esse post começa com um "Vamos para 3 corações ajudar a Ju na mudança?", "Sim, vamos sim!", "Sexta ou sábado?", "Decidimos depois". Fomos na sexta, mas não sem antes aquele atraso rotineiro, "Vamos por volta das 9h". Até arrumar as malas e armários que iam pra Minas dentro da pirua da minha tia foi um bom tempo, saimos de casa exatamente as 14h35min com destino à papelaria para passar um fax! Enfim, chegamos em Minas por volta das 19h. Aprendizado #7: Não importa o quanto tentemos, nunca sairemos de casa no horário marcado.
Antes de ir prometi ao namorado que iria ligar de 5 em 5 minutos, usando meus bonus de ligadora da oi mas como o mundo não é perfeito, e eu ainda não aprendi isso, existe uma taxa de deslocamento que eu desconhecia antes, ela cobra um valor em cima dos seus CRÉDITOS e claro que eu não tinha créditos, então pela primeira vez em 4 meses dormi sem meu boa noite, acordei sem meu bom dia TWICE! o que foi tortura pura. Tá, vocês devem pensar "Que bobagem, não mata ficar sem falar com o namorado dois dias", pode até não matar mas deixa mal. Aprendizado #8: Antes de viajar coloque MUITO crédito no celular (porque aposto essa tarifa de deslocamento deve ser cara!). Aprendizado Master #aquele que se deve ensinar aos filhos logo quando nascem: O mundo não é perfeito.
Família reunida na sala, comendo sua pizza. Lucas, meu sobrinho de 3 anos, estava brincando com seu avião/disco voador que voa quando ele dá corda, o brinquedo voou e atingiu o lábio de alguém que logo começou a sangrar the hell out, agora se você pensa que o lábio era meu, bingo! mais 6 pessoas na sala e o brinquedo voa em mim, lucky, huh? A partir desse momento nem comi mais minha pizza mas ainda fiquei pensando nela, no outro dia fui procurar...tinha acabado! Aprendizados #9: Não dê brinquedos voadores para seus sobrinhos ou mantenha-se longe do brinquedo, principalmete se você for sortudão igual a mim. #10: Não importa o quanto o seu lábio esteja sangrando, coma a sua pizza.
Dormi sem o boa noite do namorado, acordei sem o boa noite do namorado, pensei que mais nada de ruim poderia me acontecer afinal até o meu lábio já estava inchado, mas turned out eu estava enganada. Estava parada no door way, dentro da fechadura tinha uma coisa preta, fui tentar tirar com o dedo, por que aquilo com certeza iria impedir o fechemento da porta, tentando tirar o coisa preta se moveu, olhando mais de perto, o que era aquilo? era uma simples barata voadora. Não tenho medo de baratas, tenho nojo afinal elas vivem no esgoto e alimentam-se de sujeira, mas quando se coloca o dedo em uma o simples nojo vira uma ameaça a sua higiene e muitos pesadelos com o filme "Joe e as baratas", fiz o que uma pesoa normal faria, gritei (acordando assim o bebe que dormia) e sai correndo para lavar as mãos e os braços no mínimo umas 50 vezes. Aprendizado #11: Não use as mãos para tirar "coisas pretas" de lugares suspeitos.
Hora de voltar, claro que mais uma vez não saimos na hora marcada, mas saimos num horário que nos faria chegar em São Paulo no mais tardar 20h, mas com toda a enrolação, meu primo e eu ficavamos, apenas de brincadeira, dizendo que chegariamos dez da noite. Durante todo o percurso fizemos apenas uma parada para a gasolina mais nada, mesmo quando pedi para ir ao banheiro não paramos, o trânsito estava maravilhoso chegaríamos no horário previsto MAS como São Paulo insiste em ser a terra do temporal e deslisamento de terra pegamos um tremendo trânsito e chegamos que horas?? 22h, ou melhor, as dez da noite. Aprendizado #12: Brincadeiras tornam-se verdade, então não brinque com coisas que você não deseja.

Huum--
Depois dessa viagem alguém ai quer viajar comigo e minha família??

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Uma aprendizagem ou A hard week

Tive alguns dias de pura aprendizagem, aquele famoso "lado ótimo" da vida, das experiências, dos tombos e sofriementos, a partir de experiências muito bizarras - ou até naturais se você tem uma família como a minha. Vamos começar.
Fim de semana, para sair um pouco da rotina, e curtir um pouco da família reunida, o que não é tão comum já que muitos membros moram em outros estados do Brasil, e em um caso específico no Canadá, enfim, dia de reunião vamos para a chácara no interior fazer um churrasquinho gaúcho hiper autêntico YAAY! Marcamos para sábado às 9h da matina, começa aqui as desventuras em série do dia, o carro maior - que no caso é uma pirua escolar - quebra, voa óleo na rua toda. Vamos agora em dois carros? OK. Horário programado: 9h. Horário no qual saimos de casa: 11h. E é sempre assim, o carro quebrado foi um detalhe só. Aprendizado #1: Acorde no horário que eles programaram de sair e você ainda terá duas horas para se arrumar.
Em uma família normal chegaríamos na chácara às 12h, nós chegamos às 13h30min, porque sim, precisamos gastar uma hora inteira no supermercado. Churrasco necessita de carvão, e é claro que alguém deixou o último saco num lugar aberto para pegar chuva, vamos passar para comprar, mais 15min. No barzinho do carvão meu tio atenta para um detalhe crucial: as chaves ficaram em São Paulo MAIS UMA VEZ, ênfase no "mais uma vez", da última vez a escada estava no quintal então deu para escalar, apesar de tentarem convencer minha irmã a descer de rapel, amarrada pela cintura por uma corda de origem desconhecida e aparência nada confiável, ela sabiamente recusou, meu tio xingou e por fim abriu a porta da sacada que deu acesso a sala por onde entravamos dentro de casa usando a janela, porém dessa vez a escada estava guardada dentro de casa, depois de tentar jogar a culpa para a minha tia, resolveu ir para São Paulo buscar as chaves para abrir a casa, meia hora depois ele volta trazendo uma duzia de milhos, todos "Já foi??", ele "Tava ali em cima conversando", PQP. Aprendizado #2: Perguntar sobre as chaves toda vez que sair de São Paulo, lembrar de deixar a escada para fora de casa e caso a chave fique em casa again certificar-se que foram buscar, sem parar para conversar.
Para disfarçar o tédio meu primo foi tentando escalar e talz, até que surgiu a idéia de tirar a grade da janela do banheiro, muito suor e quatro parafusos depois ela saiu, ele entrou pelo banheiro e abriu a janela da sala por onde pudemos finalmente entrar. Depois de duas horas meu titio malandro chegou com as chaves que foram úteis para nossa entrada no quartinho dos artigos de piscina, com o dia quente e o sol forte, foram bem vindos demais. Abrimos a nossa amada companheira dos dias de verão e um amiguinho sapo estava a nadar, pegamos o nosso amiguinho com a redinha de tirar sujeira, mamãe engraçadinha junto com primos tem a brilhante idéia de arremeçar o pobre sapinho para o quintal do vizinho, meu tio chega e diz: "Cuidado com o sapo que mora na piscina", um coral responde: "moraVA". Aprendizado #3 (exclusivo para os sapos): não morem na pisicna da Chácara.
Sol Ardendo, piscina filtrando, churrasco assando, como tudo deve ser até que Murphy se manifesta, raios e trovões, aquela hiper chuva. Aprendizado #4: Murphy sempre está certo, "Se alguma coisa pode dar errado, com certeza dará". Fato feliz #1: ela acabou logo. Tivemos um dia agradável com comida gostosa, sol quente mas também de muito trabalho como os fatos já citados, minha cachorra, Encrenquinha, correndo atrás dos gansos, meu sobrinho que não para quieto nem 1 segundo correndo atrás dos jabutis. Aprendizado #5: Gansos não correm atrás de cachorros e jabutis são muito rápidos.
Muitos tibuns na água fria e engradados de cerveja depois, hora de ir embora. Aquele stress e aquela disputa secreta para ver quem não vai embora com meu tio, eu perdi, mas recorri afinal meu mp4 estava sem bateria, eu teria que ouvi-lo pela viagem toda. Reclamei reclamei até que me livrei disso. Aprendizado #6: "Que não chora, não mama!"
Esse foi um divertido sábado na minha família, com os fatos mais relevantes, sem contar fatozinhos menores como suco derramado na mesa de sinuca, quedas na piscina, quedas na janela, entre outros. Uma coisa tenham certeza: It's not easy being me!

Fiquem atentos porque a semana continua, com muitos desastres a mais.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...